Seja bem-vindo
Patrocínio,21/04/2026

  • A +
  • A -
Publicidade

COI proíbe mulheres trans nas categorias femininas das Olimpíadas a partir de 2028

Nova política usa teste genético simples para garantir que apenas mulheres biológicas competirão no feminino.


COI proíbe mulheres trans nas categorias femininas das Olimpíadas a partir de 2028

COI proíbe oficialmente mulheres trans de competirem nas categorias femininas das OlimpíadasComitê Olímpico Internacional (COI) anunciou nesta quinta-feira (26 de março de 2026) uma nova política de elegibilidade que exclui atletas transgênero (mulheres trans) e também atletas com certas Diferenças no Desenvolvimento Sexual (DSD) das categorias femininas em todos os esportes olímpicos.A partir dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, a participação na categoria feminina ficará restrita exclusivamente a mulheres biológicas (sexo feminino determinado ao nascer).Como será feita a verificação?A elegibilidade será confirmada por meio de um teste genético único na carreira — um simples swab bucal (raspado na bochecha) ou teste de saliva — para detectar a presença do gene SRY (localizado no cromossomo Y). Atletas que apresentarem o gene SRY positivo não poderão competir na categoria feminina.A medida vale para todos os esportes, tanto individuais quanto coletivos, e não é retroativa.Motivação da decisãoSegundo o COI, a nova regra tem como objetivo proteger a justiça, a segurança e a integridade da categoria feminina. Estudos científicos citados por diversas federações internacionais demonstram que indivíduos que passaram pela puberdade masculina mantêm vantagens físicas significativas (força, velocidade, massa muscular e densidade óssea), mesmo após tratamentos hormonais.A presidente do COI, Kirsty Coventry, reforçou que “não seria justo nem seguro que homens biológicos competissem na categoria feminina”.Contexto e impactos
  • A decisão unifica as regras para os Jogos Olímpicos, encerrando o modelo anterior de 2021, que deixava cada federação esportiva definir seus próprios critérios.
  • Atletas transgênero poderão continuar competindo nas categorias masculinas ou em categorias abertas/mistas.
  • A política também afeta atletas com DSD que possuem o gene SRY e passaram por desenvolvimento masculino na puberdade (caso semelhante ao da corredora Caster Semenya).
  • A mudança está alinhada à ordem executiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a proteção dos esportes femininos.
ReaçõesA decisão foi comemorada por atletas femininas, ex-atletas e federações como World Athletics e World Aquatics, que já adotavam regras semelhantes. Por outro lado, organizações de direitos LGBT e ativistas criticaram a medida, classificando-a como discriminatória.O documento oficial da política, com 10 páginas, está disponível no site do COI.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Recuperar Senha

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.