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Reviravolta na Narco Fluxo: MC Poze, MC Ryan e Choquei são soltos

Justiça concede habeas corpus aos três em operação que investiga R$ 1,6 bilhão em lavagem de dinheiro do crime organizado


Reviravolta na Narco Fluxo: MC Poze, MC Ryan e Choquei são soltos

A Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal em 15 de abril de 2026, sofreu uma reviravolta significativa nesta quinta-feira (23/4). Segundo informações do portal Leo Dias, a Justiça concedeu habeas corpus a três dos principais alvos: os funkeiros MC Poze do Rodo e MC Ryan SP, e o influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei. Eles devem ser soltos em breve. Contexto da OperaçãoA PF investiga um esquema de lavagem de dinheiro estimado em R$ 1,6 bilhão em dois anos, ligado a apostas ilegais (como o “jogo do tigrinho”), rifas clandestinas e possivelmente ao crime organizado (PCC). A operação é desdobramento de ações anteriores como Narco Bet e Narco Vela. Foram cumpridos dezenas de mandados de prisão temporária e busca e apreensão em vários estados. Entre os alvos:
  • MC Ryan SP (Ryan Santana dos Santos) — suspeito de comandar parte do esquema usando empresas do setor musical e entretenimento.
  • MC Poze do Rodo — preso em sua mansão no Rio.
  • Raphael Sousa Oliveira (Choquei) — preso em Goiânia (GO). A PF alega que a página era usada para promoção de plataformas de apostas, gestão de imagem e contenção de crises dos investigados. Ele teria recebido cerca de R$ 370 mil de Ryan por serviços de publicidade. 
Também foram citados o influenciador Chrys Dias (sócio de Ryan) e outros. A Justiça bloqueou até R$ 2,2 bilhões em bens.Decisão do Habeas CorpusA defesa de Raphael protocolou habeas corpus no TRF-3 argumentando que a prisão era “injustificável” após o cumprimento das diligências iniciais e que a atividade de publicidade é legal. Fontes como Leo Dias e posts recentes indicam que o benefício foi estendido aos MCs, permitindo que respondam em liberdade. Até o momento, não há detalhes completos da decisão judicial (como relator ou fundamentação exata), mas as prisões eram temporárias e o habeas corpus é instrumento comum para revisão de prisões preventivas ou temporárias quando não há mais necessidade de custódia.Contraste Político MencionadoO caso ganhou tom político em redes como o X, com críticas à seletividade: enquanto esses investigados por suposta lavagem bilionária saem, figuras como Filipe Martins (ex-assessor de Bolsonaro) permanecem presas ou sob medidas cautelares em investigações de 2024 (Operação Tempus Veritatis, sobre suposta trama golpista). Jair Bolsonaro também enfrenta processos, mas não está preso. Defensores dos artistas veem a soltura como normalidade jurídica; críticos apontam “dois pesos e duas medidas”. Posição das Defesas
  • Advogados de Ryan afirmam que os valores têm “origem comprovada” e recolhimento de tributos.
  • Defesas de Poze e Raphael negam envolvimento com ilícitos, sustentando que o patrimônio vem da carreira artística e digital.
A investigação continua. Os investigados podem responder por lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98), com penas que podem chegar a 20 anos ou mais, dependendo das condenações futuras.Atualização em tempo real: A soltura deve ocorrer nas próximas horas/dias, dependendo do cumprimento de alvarás. A PF e a Justiça ainda não se manifestaram oficialmente sobre a decisão do habeas corpus.Fontes principais: Portal Leo Dias, O Globo/Extra, Poder360, CNN Brasil e Metrópoles. O caso segue em andamento e novas informações podem surgir.




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