Esquerda em Festa: Hamas e Irã no Coreto
Quando a revolução arco-íris encontra a teocracia medieval e acha que formou um casal perfeitoChamada (duas palavras):
Ah, que lindo espetáculo de coerência progressista! A esquerda, sempre na vanguarda da luta pelos direitos humanos, pela paz e pelo arco-íris, decidiu comemorar do jeito que sabe: agitando bandeiras do Hamas e do Irã como se fossem novos modelos da coleção "Orgulho 2026".
Porque nada grita "tolerância" mais alto do que acenar para um grupo que joga gays do alto de prédios e para um regime que obriga as mulheres a usar véu sob ameaça de chicotada. É o tipo de aliança que faz até o mais otimista dos utopistas coçar a cabeça e pensar: "Talvez a gente tenha exagerado no 'diversidade é força'".
Vocês vão de mal a pior, né? Primeiro foi "defund the police", depois "descolonização", agora é "viva o xeique que manda executar adúlteras". O próximo passo é marchar com a bandeira do Talibã pedindo mais cotas para mulheres no burca? Ou quem sabe um manifesto conjunto com a Coreia do Norte elogiando o regime por sua "eficiência energética" (zero luz, zero problema)?
Parabéns, camaradas. Vocês conseguiram transformar a esquerda numa piada tão absurda que nem os memes de direita precisam exagerar. O que era pra ser revolução virou cosplay de teocracia medieval com filtro de Instagram. Continue assim que em breve vão estar defendendo a Inquisição como "resgate cultural". É de doer o riso. E dói mesmo.







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