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TSE elege indicados por Bolsonaro para comandar as eleições de 2026

Composição da mesa diretora do tribunal coloca nomes do ex-presidente em posição de influência sobre o processo eleitoral que terá seu filho mais velho como candidato.


TSE elege indicados por Bolsonaro para comandar as eleições de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral elegeu nesta terça-feira (14) os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça para presidente e vice-presidente da Corte, respectivamente.


Ambos foram indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Nunes Marques, em 2020, e Mendonça, em 2021.

É a primeira vez que dois ministros indicados por Bolsonaro assumem simultaneamente o comando do TSE durante a realização de eleições nacionais.

A eleição foi protocolar, realizada em urna eletrônica no plenário da Corte. O resultado foi lido pela ministra mais nova do colegiado, Estela Aranha.

Nunes Marques foi eleito com seis dos sete votos possíveis, já que a tradição é o próprio presidente não votar em si mesmo.

Ao saber do resultado, declarou que a presidência do TSE é “uma das maiores honras da minha vida”.

A posse dos novos dirigentes ainda não tem data confirmada, mas a expectativa é que ocorra em maio. Com a saída de Cármen Lúcia da composição do TSE, o ministro Dias Toffoli assumirá a terceira vaga destinada a ministros do Supremo na Corte.

Completam o colegiado os ministros Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva, do STJ, e os advogados Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha, na classe dos juristas.

A antecipação da eleição foi motivada pela decisão de Cármen Lúcia de deixar a presidência antes do fim do mandato, previsto para 3 de junho.

Pelo calendário original, o sucessor teria pouco mais de 100 dias para organizar a logística do pleito. “Por isso, eu decidi que, ao invés de deixar para o último dia de mandato a sucessão na presidência deste tribunal, decidi antecipar o procedimento para a eleição dos novos dirigentes da Casa e o processo de transição para o equilíbrio e a calma aos que dirigirão a Justiça Eleitoral”, explicou a ministra ao anunciar a decisão.





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