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Patrocínio,27/06/2026

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A incompetência e o populismo de Lula são mais destrutivos para a economia brasileira do que uma guerra.

Enquanto o Brasil despenca no ranking global, a Rússia em guerra cresce e nos ultrapassa. O populismo petista é mais letal que sanções e bombas.


A incompetência e o populismo de Lula são mais destrutivos para a economia brasileira do que uma guerra.

No governo Lula, o Brasil teve crescimento de 3,4% em 2024, mas desacelerou para míseros 2,3% em 2025, com projeções ainda mais baixas para 2026 (em torno de 1,6-1,9%). A expansão veio muito de estímulos fiscais expansionistas, aumento de gastos públicos, transferências sociais generosas e uma política de “gastança” que pressionou a inflação e forçou o Banco Central a manter juros altíssimos por longo tempo. O resultado? Dívida pública crescendo, credibilidade fiscal abalada, real desvalorizado em recordes e investimento privado contido. Em vez de reformas estruturais profundas (previdência sustentável, simplificação tributária real, redução do custo Brasil), priorizou-se o populismo de curto prazo: mais gastos, mais impostos, mais intervenção estatal. O arcabouço fiscal virou letra morta ou foi flexibilizado conforme a conveniência política. Comparação com Rússia e crises globaisA Rússia, apesar da guerra, manteve crescimento sólido em anos recentes (acima de 3% em alguns períodos) impulsionado por produção militar, exportações de energia redirecionadas para Ásia e resiliência interna. Sanções doem, mas não derrubam. Já o Brasil, sem guerra, sem pandemia ativa e com commodities relativamente favoráveis em momentos recentes, patina. 

Lula consegue ser pior que pandemia + guerra combinadas para o potencial brasileiro. Durante a covid, o país teve contração forte, mas se recuperou com reformas anteriores e commodities. Agora, com paz e estabilidade relativa, o freio vem de dentro: incerteza institucional, carga tributária alta, gastos descontrolados e sinais claros de que o governo prefere clientelismo a produtividade.O populismo petista repete o erro clássico: acha que distribuição de renda via gasto público sem ganho de eficiência é sustentável. Não é. Cria ilusão de crescimento no curto prazo, mas erode bases para o longo prazo — investimento, confiança e competitividade. Enquanto isso, Rússia vira “economia de guerra” e avança no ranking; Brasil, “economia de eleição permanente”, retrocede.

O Brasil merecia mais. Tem tudo para ser potência: recursos, gente, mercado interno. O que falta não é sorte ou cenário externo. Falta responsabilidade fiscal, visão de longo prazo e coragem para enfrentar interesses corporativistas. Enquanto o populismo mandar, vamos continuar sendo ultrapassados até por quem está em guerra. E o pior: a conta fica para a população, especialmente os mais pobres, que sofrem com inflação, juros altos e crescimento anêmico. É hora de acordar. Economia não se conserta com discurso. Se conserta com realidade.




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